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A Necessidade do Engajamento Político dos Católicos

Segundo uma pesquisa Datafolha, no Brasil mais de 80% dos cidadãos são cristãos, dividindo-se em 50% católicos e 31% evangélicos, mas essa representação não é refletida no cenário político, por que isso acontece?


Não é uma resposta trivial, mas podemos partir da possibilidade de que não haja uma verdadeira compreensão dos cristãos sobre o seu chamado na política e o quanto se pode realizar a partir dela.


A atuação dos católicos na política é corresponder a um dever. É a forma mais alta de caridade, porque a política busca o bem comum, que proporciona aos cidadãos um ambiente santificante, tanto de forma pessoal quanto em sociedade.


A pessoa que decidir responder a esse chamado precisa ter uma vida espiritual muito grande, com tempo dedicado aos estudos, que tenha a virtude da humildade e a responsabilidade de carregar 2.000 anos de história da Igreja Católica. É um chamado muito exigente e poucos estão dispostos a corresponder por ele, por isso temos pouca representatividade política católica.


Soma-se a isso um preconceito com a política, devido ao ambiente corrosivo que ela apresenta, mas um católico bem orientado pode fazer um bem enorme.


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Também existem outras formas de se engajar politicamente que não seja em mandatos políticos, para isso é preciso considerar a política em seu sentido mais amplo, considerando o nosso agir em sociedade como um agir político, enxergando além dos nossos objetivos pessoais, e considerando a repercussão social do nosso agir.


Por que precisamos de católicos na política? Primeiro ponto, a sociedade é formada por grupos e o Estado deve espelhar essa natureza, representando-os em sua estrutura. Se os católicos, que são 50% da sociedade brasileira, não estiverem representados na estrutura do Estado, a política não estará correspondendo ao seu fim e o Estado não atenderá a sociedade.


O segundo ponto, é que nós católicos cremos e conhecemos a verdade, na pessoa de Jesus Cristo, a verdade que corresponde aos anseios espirituais e aos anseios naturais do ser humanos (liberdade, participação, representação). Aos que aderiram à verdade plena, precisam aderir à política e desenvolver suas ações nessa estrutura conforme a Doutrina Social da Igreja.


O último ponto, seria o fato de que a política é para os leigos uma via de santificação, por ser a mais alta forma de caridade, como já dito.


Portanto, não existe distinção entre o homem da vida interior e o homem da vida social política.


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